Francisco Esperança – que matou à catanada a mulher, a filha e a neta – foi violentamente agredido na prisão de Beja antes de se suicidar numa cela do Estabelecimento Prisional de Lisboa (EPL).
A autópsia, apurou o SOL, não deixou margem para dúvidas: apesar de ter confirmado a morte por asfixia na sequência de enforcamento, o exame revelou ainda a existência de múltiplos hematomas em todo o corpo, incluindo na cabeça.
O director-geral dos Serviços Prisionais, Rui Sá Gomes, nega, porém, o sucedido, alegando ao SOL que o recluso «não foi alvo de qualquer agressão física» e que «foram tomadas todas as medidas de segurança necessárias».
A verdade é que, já depois deste incidente, o homem (que tinha sido transferido na tarde de sexta-feira para o EPL justamente «por razões de ordem e segurança») acabou por se enforcar com lençóis da cama.
Rui Sá Gomes, que mandou abrir um inquérito interno, voltou a garantir que foram acautelados todos os procedimentos de segurança: «No período que permaneceu sozinho na cela, entre as 21h15 e a 1h da manhã, hora em que foi encontrado sem vida, foi objecto de vigilância através de várias rondas».
Mas muito está ainda por esclarecer, desde logo a frequência das rondas, já que, no espaço de quatro horas, nenhum guarda deu conta de qualquer movimento suspeito no interior da cela, situada na cave (os chamados ‘baixos do EPL’). O inquérito deverá esclarecer se de facto foram dadas, e cumpridas, instruções para uma vigilância apertada ao arguido.
Além disso, o enfermeiro que examinou Francisco quando este entrou na cadeia garante não ter detectado qualquer perturbação no comportamento do recluso, que estaria «calmo, consciente e orientado» e «sem queixas de dor». A verdade é que, sete horas depois, os guardas prisionais encontraram Francisco morto.
Por explicar estão também os critérios que levaram à escolha do EPL, já que neste estabelecimento não existe qualquer ‘cela especial de segurança’ – espaço almofadado, sem objectos ou pontos de apoio que possam facilitar actos suicidas. Celas deste tipo existem, por exemplo, no estabelecimento prisional do Linhó, em Sintra.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Carminho apresenta novo álbum "Alma", a 02 de março, em Sintra
Os dois temas extras da edição especial são "Poema Original", letra e música de Diogo Clemente, e "Praia Nua", letra de António Calém e música de Helena Moreira Viana (Fado Lenitivo).
Tal como no álbum de estreia, "Fado", Carminho assina um tema, "Folha" que interpreta na melodia do Fado Proença, de Júlio Proença.
O álbum, produzido por Diogo Clemente, que produziu o mais recente álbum de Mariza, "Fado Tradicional", integra um total de 15 temas, alguns de repertórios de outros intérpretes, nomeadamente Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Amália Rodrigues, Maria Amélia Proença e Fernanda Maria.
Entre as composições inéditas conta-se uma de Diogo Clemente, "Bom Dia, Amor (carta Maria José) ", sobre Fernando Pessoa, uma outra de Mário Pacheco, para "Talvez", letra de Vasco Graça Moura, e Vitorino assina a letra e música do "Fado Adeus".
Diogo Clemente assina ainda a letra de "Ruas", que a fadista gravou no Fado dos Sonhos, de Joaquim Frederico de Brito.
"Impressão Digital", de António Gedeão, no Fado Helena, de Miguel Ramos, e "Disse-te adeus", de Manuela de Freitas, na Marcha do Raul Pinto, são outros temas incluídos no CD.
Neste álbum a fadista, distinguida já com um Prémio Amália Revelação, em 2005, é acompanha por uma panóplia de músicos, nomeadamente Bernardo Couto, José Manuel Neto, Ângelo Freire, Luís Guerreiro e Mário Pacheco, na guitarra portuguesa, Diogo Clemente na viola e guitarra nylon, Marino de Freitas, no baixo acústico, Mário Franco, no contrabaixo, Ruben Alves, ao piano, e Quiné, na percussão.
A fadista, que gravou o "Fado das Queixas", de Joaquim Frederico de Brito e Carlos Rocha, conta também com um ensemble de cordas constituído por Antonio Figueiredo e Katarina Majewska (violinos), Cecile Pays (viola de arco) e Daniela Gonçalves (violoncelo).
O álbum abre com "Lágrimas do céu", de Carlos Conde na melodia do Fado Cravo de Alfredo Marceneiro.
Outro "poeta popular" do fado que marcou a escrita fadista nas décadas de 1940 a 1960, escolhido por Carminho, é João Linhares Barbosa, falecido há 44 anos, de quem canta "Malva Rosa" e "Cabeça de vento".
Entre outros temas repescados de repertórios de fadistas, cite-se " à beira do cais", de Maria Amélia Proença, um tema assinado por António José e Manuel Viegas, "Saudades do Brasil em Portugal", de Vinicius de Moraes que Amália Rodrigues também gravou, "As pedras da minha rua", da dupla Eduardo Damas/Manuel Paião, uma criação de Fernanda Maria, e ainda "Meu namorado", de Chico Buarque e Edu Lobo.
"Alma" é o segundo álbum da carreira de Carminho, sucedendo a "Fado", de 2009, e depois de ter gravado um dueto com Pablo Alborán que alcançou o primerio lugar no top de vendas espanhol e também no nacional.
Lusa
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Os mais belos seios de Hollywood
O programa televisivo norte-americano "Access Hollywood" anunciou já as cinco grandes vencedoras da sua atrevida sondagem para escolher os mais belos seios da Sétima Arte. E o primeiro prémio vai para... Scarlett Johansson! Os seios da actriz de 24 anos já tinham dado que falar em 2006, quando o estilista Isaac Mizrahi não resistiu e os acariciou em público. Apanhada de surpresa pelo gesto, quando dava uma entrevista na passadeira vermelha dos Globos de Ouro, Scarlett limitou-se a sorrir com a partida do estilista. O prémio de actriz com o peito mais deslumbrante de Hollywood confirma a fama dos seus seios e a popularidade da actriz junto de um público que lhe idolatra o corpo.
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